O que damos para Deus é o melhor que temos ou que podemos?
Um fato interessante aconteceu nos dias que antecederam os sofrimentos de Jesus que culminaram com a Sua morte: “Tomando Maria uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A casa encheu-se do perfume do bálsamo”.
Esta Maria, irmã de Lázaro, aquele que Jesus ressuscitou, deu o melhor e mais valioso que ela tinha a Jesus. De fato, este perfume era caríssimo, a ponto de Judas falar: “Por que não se vendeu este bálsamo por trezentos denários e não se deu aos pobres? Dizia isso não porque ele se interessasse pelos pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, furtava o que nela lançavam”.
Diante deste episódio, não seria importante também nós, nestes dias que antecedem o sofrimento, morte e ressurreição de Jesus repensarmos o que temos oferecido a Ele? Por exemplo: Muitos deixam para fazer sua oração no final da noite, cansados, com muito sono. Daí já viu não é? Não rezam nada. Na verdade deram o restinho que tinham para Deus e mal dado ainda… E o que dizer quando preferimos ir numa Missa que é mais rapidinha para “aproveitar” mais o dia?
Diante da atitude que esta Maria irmã de Lázaro teve de dar o que tinha de melhor a Jesus, façamos também nossos questionamentos para ver se estamos dando o melhor que podemos para Deus.
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Natal, tempo de achar tempo…
Deus olhou por Maria, escolhendo-a para ser a mãe de Jesus. Deus olhou por todos nós, dando-nos a vida, cada pessoa com seu jeito, com seu talento… O que precisa haver de em comum entre nós e Maria, é um coração agradecido: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva”.
O clima de natal,a correria de final de ano, não podem matar a gratidão em nós. Muitos correm atrás de presentes, roupas para festa, amigos secretos, viagens… Mas esquecem de agradecer. Sim, agradecer a Deus por mais um ano que passa, por pessoas que de certa forma foram presença d’Ele; isso se faz pela oração, por um tempinho que você em silêncio ou de alta voz louva, e agradece a Deus. E também agradecer à estas pessoas que Deus coloca em nosso caminho: Um telefonema, um twitter, uma mensagem no facebook, uma mensagem de celular, um email, uma visita… De alguma forma natal deveria ser o tempo, onde deveríamos “achar” um tempo de dizer MUITO OBRIGADO POR (o agradecimento é você quem faz…).
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Decisões, tempo e pessoas
Nas decisões que envolvem sua vida, jamais decida sozinho! Tenha ao lado alguém que o conheça a fundo, o ame verdadeiramente e deseje o seu bem. Nunca decida em tempo de crise!
Quando decidimos em crise, a chance de cometermos um erro é enorme.
Não escute a todos!
Se é tempo de decisão, fale com as pessoas certas.
Fonte: blog.cancaonova.com/ricardosa
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Lições
1- Escute hoje a voz de Deus
2- Hoje é o tempo de agir
3- O amanhã é fruto do que fazemos agora
4- A semente plantada hoje é o fruto do amanhã
5- Mexa-se hoje
6- Tudo continuará como está, se o hoje não for vivido intensamente
7- O tédio só existe para quem o alimenta
8- Os passos de hoje reflete-se no amanhã
9- Inicie hoje sua construção
10- Dê agora o 1º passo
11- A vida acontece neste exato momento
12-Observe agora a linda paisagem
13- Faça deste instante um momento inesquecível
14- Não perca tempo…
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2011… Permita-se à novidade…
Marcas do que se foi… Linda música… Abras-se às novidades deste novo ano…
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São Nuno de Santa Maria
Nuno Álvares Pereira nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, e recebeu a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo. Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezesseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim. Da sua união nascem três filhos, dois do sexo masculino, que morrem em tenra idade, e uma do sexo feminino, Beatriz, a qual mais tarde viria a desposar o filho do rei D. João I, D. Afonso, primeiro duque de Bragança.
Quando o rei D. Fernando I morreu a 22 de Outubro de 1383 sem ter deixado filhos varões, o seu irmão D. João, Mestre de Avis, viu-se envolvido na luta pela coroa lusitana, que lhe era disputada pelo rei de Castela por ter desposado a filha do falecido rei. Nuno tomou o partido de D. João, o qual o nomeou Condestável, isto é, comandante supremo do exército. Nuno conduziu o exército português repetidas vezes à vitória, até se ter consagrado na batalha de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), a qual acaba por determinar à resolução do conflito.
Os dotes militares de Nuno eram no entanto acompanhados por uma espiritualidade sincera e profunda. O amor pela Eucaristia e pela Virgem Maria são os alicerces da sua vida interior. O estandarte que elegeu como insígnia pessoal traz as imagens do Crucificado, de Maria e dos cavaleiros S. Tiago e S. Jorge. Fez ainda construir às suas próprias custas numerosas igrejas e mosteiros, entre os quais se contam o Carmo de Lisboa e a Igreja de S. Maria da Vitória, na Batalha.
Com a morte da esposa, em 1387, Nuno recusa contrair novas núpcias, tornando-se um modelo de pureza de vida. Quando finalmente alcançou a paz, distribui grande parte dos seus bens entre os seus companheiros, antigos combatentes, e acaba por se desfazer totalmente daqueles em 1423, quando decide entrar no convento carmelita por ele fundado, tomando então o nome de frei Nuno de Santa Maria. Impelido pelo Amor, abandona as armas e o poder para revestir-se da armadura do Espírito recomendada pela Regra do Carmo: era a opção por uma mudança radical de vida em que sela o percurso da fé autêntica que sempre o tinha norteado.
O Condestável do rei de Portugal, o Comandante supremo do exército e seu guia vitorioso, o fundador e benfeitor da comunidade carmelita, ao entrar no convento recusa todos os privilégios e assume como própria a condição mais humilde, a de frade Donato, dedicando-se totalmente ao serviço do Senhor, de Maria — a sua terna Padroeira que sempre venerou—, e dos pobres, nos quais reconhece o rosto de Jesus.
Significativo foi o dia da morte de frei Nuno de Santa Maria, aos 71 anos de idade. Era o Domingo de Páscoa, dia 1 de Abril de 1431. Após sua morte, passou imediatamente a ser reputado de “santo” pelo povo, que desde então o começa a chamar “Santo Condestável”.
Nuno Álvares Pereira foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918 pelo Papa Bento XV através do Decreto “Clementíssimus Deus” e foi consagrado o dia 6 de Novembro ao, então, beato. O Santo Padre, Papa Bento XVI, durante o Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 determina que o Beato Nuno seja inscrito no álbum dos Santos no dia 26 de Abril de 2009.
São Nuno de Santa Maria, rogai por nós!
Dia da comemoração: 6 de novembro
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Um novo tempo
Linda música de Ivan Lins. Vale a pena ouvir e perceber que apesar de choro, lágrima, dor… é preciso esperar por um novo tempo.
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Tempo de Conversão
Na quaresma, estes dois nomes têm uma ligação profunda. Na verdade, a quaresma toma seu sentido pleno em nós, quando entendemos o significado de tempo e conversão.
Quando se fala de tempo, fala-se de um grande amigo que temos. O tempo precisa ser entendido. Alguns pessimistas entendem que o tempo “é o braço direito da morte”. Na verdade, tempo é significado de vida, de vitória, de caminhada…
E o que falar de conversão? Escutei uma vez e nunca mais esqueci: “Conversão é trocar a minha vida pela Vida de Jesus”. Entendi tudo! Pensei comigo: É fácil! É bem como canta nosso tão querido Padre Zezinho: “Amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, sonhar como Jesus sonhou, viver como Jesus viveu…” Sim, isto é conversão, “trocar a minha vida pela vida de Jesus”, o meu amor pela maneira de amar de Jesus, o meu pensar pela maneira de pensar de Jesus…
Mas logo vi que não era tão fácil assim. Foi quando lembrei-me do meu amigo, o tempo e compreendi que a conversão exige caminhada, exige tempo. Fiquei muito feliz ao lembrar que a minha Igreja Católica me dá de presente este amigo o tempo. Sim, este tempo de 40 dias, uma linda caminhada de conversão. Mas minha felicidade aumentou ainda mais, porque lembrei ainda que todo ano tem quaresma, todo ano tem este amigo o tempo que me traz a conversão.
Boa quaresma! E pra que nela haja conversão, lembre-se: Você não está só. Você tem um amigo, o tempo!
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