Livrando-se da escravidão
Ao final deste histórico de Nossa Senhora das Mercês, reze a oração de libertação:
Esta invocação das Mercês data aproximadamente de 1218, quando os maoemetanos dominavam parte da península Ibérica e faziam incursões às terras, praianas da França e Itália e nos mares assaltavam as embarcações para, de toda forma que podiam, roubar, matar e levar para o cativeiro da África, os homens, mulheres e crianças que encontravam. Os cristãos capturados eram submetidos a trabalhos forçados e à dura escravidão.
Nossa Senhora, compadecida dos seus filhos e filhas, aparece a três jovens: Pedro, Raimundo e Jaime e os convida para que fundem uma Ordem encarregada de socorrer os pobres cristãos e mantê-los na fé e nos bons costumes.
A Ordem nasceu, cresceu e espalhou-se em seguida pelo mundo inteiro, tendo como carisma o resgate dos cativos. Desse fato surgiu a devoção a Nossa Senhora das Mercês, cuja festa litúrgica se celebra aos 24 de setembro.
Hoje são outras as escravidões: consumismo, comodismo, depressão, angustia, medos, violência, vícios… Que Nossa Senhora das Mercês, ela que nos deu a grande mercê, seu filho Jesus Cristo, interceda por nós e nos ajude a vencer as escravidões do mundo atual.
Nossa Senhora das Mercês, Mãe da Libertação, livra-me das correntes que amarram e bloqueiam minha vida, minha família e meus negócios.
Peça por mim a Jesus que envie seus Anjos para libertar de tantos males.
Interceda a Deus, para que eu obtenha as luzes do Espírito Santo, para viver na paz, alegria e prosperidade.
Ensina-me a ter um coração confiante em Deus.
Amém.
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Nossa Senhora da Esperança
Os fiéis sempre invocavam o nome de Maria com a esperança de que Ela os ajudasse a resolver seus problemas pessoais. Assim este título não é novo, pois a Mãe de Deus na liturgia romana tem sido denominada “esperança dos desesperados”. O mais antigo santuário de Nossa Senhora da Esperança de que se tem notícia é o da cidade de Mezières, na França, construído no ano de 930; depois dele, vários outros foram erigidos.
Em Portugal, este culto desenvolveu-se muito na época das grandes descobertas marítimas, figurando dentre os seus devotos o comandante Pedro Álvares Cabral, que possuía uma bela imagem da padroeira em sua residência, trazendo-a consigo em sua viagem às Índias.
A imagem da Santa foi trazida ao país e foi exibida nas duas missas do descobrimento, celebradas pelo frei Henrique de Coimbra. Em documentos preservados, Cabral revelou o desejo de manter um círio (vela) para iluminar sempre a imagem de Nossa Senhora da Esperança, de sua propriedade, carregada na viagem por ele capitaneada e que zarpou do Tejo aos 9 de março de 1500, regressando aos 23 de junho de 1501. Comprova-se, portanto, que o Brasil foi descoberto sob o olhar terno e protetor da Mãe da Esperança.
A imagem de Nossa Senhora da Esperança do navegador foi colocada em uma capela construída especialmente por Cabral para abrigá-la. Até o século XVIII a capela, deixada sob a guarda dos frades franciscanos, seria mantida por descendentes do descobridor oficial do Brasil. Atualmente, a imagem da Santa se encontra no altar de São Tiago, na vila de Belmonte, em Portugal. Foi trazida novamente ao nosso país durante o Congresso Eucarístico Internacional do Rio de Janeiro, em 1955.
A imagem clássica portuguesa da Senhora da Esperança foi esculpida em pedra, pesa 90 quilos e representa a Virgem Maria de pé com o menino Jesus sentado em seu braço esquerdo, segurando com a mão direita o pezinho dele. O Divino Infante aponta com a mãozinha direita para uma pomba (símbolo do Espírito Santo), que repousa sobre o braço direito de sua Mãe.
SE NO DIA DE HOJE LHE FALTA ESPERANÇA, PEÇA QUE NOSSA SENHORA TE AJUDE A REENCONTRAR!
Nossa senhora da Esperança, rogai por nós!
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Podcast: Nossa Senhora do Equilíbrio
Programa sobre Nossa Senhora do Equilíbrio.
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O Dom do equilíbrio
“Aquele que não é capaz de se governar a si mesmo não será capaz de governar os outros”.
Peçamos hoje o Dom do Equilíbrio, para que nossos sentimentos, palavras,gestos e atitudes possam ser como Deus quer: Um serviço àqueles com os quais convivemos:
Virgem Mãe de Deus e dos homens, MARIA. Pedimos-vos o dom do equilíbrio cristão, hoje tão necessário à Igreja e ao mundo. Livrai-nos de todo o mal; salvai-nos do egoísmo, do desânimo, do orgulho, da presunção e da dureza de coração. Dai-nos tenacidade no esforço, calma no insucesso, humildade no êxito feliz. Abri nossos corações à santidade. Fazei que pela pureza de coração, pela simplicidade e amor à verdade, possamos conhecer nossas limitações. Alcançai-nos a graça de compreender e viver a palavra de Deus. Concedei-nos que, pela Oração, Amor e Fidelidade à Igreja na pessoa do Sumo Pontífice, vivamos em comunhão fraterna com todos os membros do Povo de Deus, Hierarquia e fiéis. Despertai-nos profundo sentimento de solidariedade entre irmãos, para que possamos viver, com Equilíbrio, a nossa Fé, na Esperança da eterna salvação. Nossa Senhora do Equilíbrio, a Vós nos consagramos, confiantes na ternura da vossa maternal Proteção. Amém!
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Recorra à Mãe da Divina Graça
“ORAÇÃO A SANTA MARIA DELLE GRAZIE (Santa Maria da Graça ) (venerada na igreja dos Capuchinhos em San Giovanni Rotondo) Ó celeste tesoureira de todas as graças, Mãe de Deus e minha Mãe, Maria, que é a filha primogênita do Pai eterno e que tem em mãos a Sua onipotência, tenha piedade de minha alma e conceda-me a graça que fervorosamente lhe suplico. Ave-Maria. Ó misericordiosa dispensadora das graças divinas, Maria Santíssima, Mãe do Verbo encarnado que a coroou com a Sua imensa sapiência, considere a grandeza do meu sofrimento e conceda-me a graça de que tanto preciso. Ave-Maria. Ó amorosíssima dispensadora das graças divinas, Imaculada esposa do eterno Espírito Santo, Maria Santíssima, que dEle recebeu um coração que se comove por piedade das desventuras humanas e não pode resistir a consolar os que sofrem, tenha piedade de minha alma e conceda-me a graça que eu espero com plena confiança na sua imensa bondade. Ave-Maria. Sim, sim, ó minha Mãe, tesoureira de todas as graças, refúgio dos pobres pecadores, consoladora dos aflitos, esperança de quem se desespera e auxílio poderosíssimo dos cristãos, deposito-lhe toda a minha confiança e tenho certeza de que me obterá de Jesus a graça que tanto desejo, desde que seja para o bem de minha alma. Salve Rainha.” (Padre Pio de Pietrelcina)
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Equilíbrio é disso que o mundo precisa!
O mundo está carente de homens e mulheres equilibrados. Pessoas que cheios do Espírito Santo sabem enfrentar os desafios do dia a dia com serenidade.
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Em breve novidades, aguarde!!!
Enquanto isso, faça a oração a Nossa Senhora do Equilíbrio e presenteie alguém necessitado neste dia!
Virgem Mãe de Deus e dos homens, MARIA. Pedimos-vos o dom do equilíbrio cristão, hoje tão necessário à Igreja e ao mundo. Livrai-nos de todo o mal; salvai-nos do egoísmo, do desânimo, do orgulho, da presunção e da dureza de coração. Dai-nos tenacidade no esforço, calma no insucesso, humildade no êxito feliz. Abri nossos corações à santidade. Fazei que pela pureza de coração, pela simplicidade e amor à verdade, possamos conhecer nossas limitações. Alcançai-nos a graça de compreender e viver a palavra de Deus. Concedei-nos que, pela Oração, Amor e Fidelidade à Igreja na pessoa do Sumo Pontífice, vivamos em comunhão fraterna com todos os membros do Povo de Deus, Hierarquia e fiéis. Despertai-nos profundo sentimento de solidariedade entre irmãos, para que possamos viver, com Equilíbrio, a nossa Fé, na Esperança da eterna salvação. Nossa Senhora do Equilíbrio, a Vós nos consagramos, confiantes na ternura da vossa maternal Proteção. Amém!
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Nossa Senhora Divina Pastora
Nossa Senhora Divina Pastora (também invocada sob os nomes de Divina Pastora das Almas, Mãe Divina Pastora ou ainda Mãe do Bom Pastor) é um dos muitos títulos pelos quais a Igreja Católica venera a Bem-aventurada Virgem Maria, sendo, sob essa invocação, particularmente cultuada em Portugal, Espanha e América Latina.
As origens da devoção a Nossa Senhora Divina Pastora são imprecisas, mas as primeiras manifestações surgem no século XVIII. Existem referências à Virgem Maria vestida de pastora na vida de São João de Deus, de São Pedro de Alcântara, da Venerável Maria de Jesus de Ágreda e de Santa Maria das Cinco Chagas.
Inicialmente chamada de “Virgen Zagala” (que significa: “a pastora que cuida do seu rebanho”), esta invocação simboliza uma mãe que cuida de seus filhos. No entanto, a invocação mariana de Nossa Senhora Divina Pastora começou a tornar-se mais conhecida a partir da cidade de Sevilha, em Espanha. De acordo com a tradição, a Virgem Maria terá aí aparecido no dia 8 de Setembro de 1703 – data na qual se comemora a festa da Natividade de Nossa Senhora. Ela ter-se-á revelado sentada numa rocha, vestida como uma pastora e num local onde pastavam algumas ovelhas. Desde logo, um conhecido frade capuchinho, Frei Isidoro, tornou-se num grande divulgador desta devoção (tendo mesmo solicitado a um pintor da Escola Pictórica de Sevilha, Alonso Miguel de Tovar, que fizesse a primeira representação da Virgem Maria sobre esta invocação).
Posteriormente, o artista Francisco Ruiz Gijón esculpiu a primeira imagem em tamanho natural da Divina Pastora. Essa imagem foi levada na sua primeira procissão, em Outubro de 1705, com grande solenidade, até à Igreja Paroquial de Santa Marina e na qual foi desde logo constituída a “Irmandade Primitiva do Rebanho de Maria” (a primeira Irmandade dedicada a Nossa Senhora Divina Pastora). As autoridades eclesiásticas acabaram por aprovar o culto em 1709, tendo também autorizado a criação das várias Irmandades da Divina Pastora (e a uma das quais o próprio Rei de Espanha se associou.
Divina Pastora de Málaga, esculpida por José Montes de Oca no século XVIII.
A partir de 1705 começou a propagar-se por todo o território do Reino de Espanha e da América Latina esta invocação mariana. Nesse aspecto, teve um importante papel o Beato Digo José de Cádiz.
Tendo em consideração a enorme propagação do culto a Nossa Senhora Divina Pastora no sul de Espanha, além da cidade de Sevilha, também Cantillana, Málaga, Santa Marina e Cádiz se tornaram importantes lugares de veneração à Santíssima Virgem Maria sob esta invocação.
Na América Latina, o principal santuário da Divina Pastora é o da Ilha da Trindade, nas Antilhas.
Este culto chegou também à Venezuela, através dos Frades Menores Capuchinhos, por volta do ano 1778. Na Venezuela, o culto a Nossa Senhora Divina Pastora atingiu tal proporção que até se utiliza a expressão “Ó Divina Pastora, a Venezuela é Tua!”, tendo-se tornado na padroeira do Estado de Lara. Já no Brasil até existe, no estado de Sergipe, uma cidade chamada Divina Pastora, elevada a vila em 1836, e cuja Igreja Matriz é dedicada a Nossa Senhora sobre esta invocação. Por curiosidade, o famoso pintor Cândido Portinari executou um belo fresco da Divina Pastora para a casa de campo do Barão de Saavedra em Correias, município de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro.
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Nossa Senhora de Sion
O jovem Afonso Ratsbonne pertencia a uma rica família israelita. Jovem e boêmio, dizia-se ateu. Certa feita, empreende longa viagem ao Oriente e resolve passar alguns dias em Roma, onde, ao ver a degradação dos judeus no “ghetto” romano teve seu ódio aos cristãos ativado.
Após visitar todos os pontos históricos e artísticos da capital italiana decide ir à casa de um amigo protestante que há tempos não via. Ao entrar, porém, em sua residência, o empregado equivocou-se e levou-a à presença do irmão desse amigo, o barão de Bussières, fervoroso católico, há pouco convertido do protestantismo.
Conversam amigavelmente e após alguns minutos travou-se entre ambos uma forte discussão sobre religião. O barão teve uma idéia: lançou-lhe ao pescoço a “Medalha Milagrosa”. Ratisbonne protestou, mas aceitou educadamente o presente e concordou ainda em copiar a famosa oração à Virgem, o “Lembrai-vos”.
No dia seguinte, Ratisbonne encontrou-se por acaso com o barão em frente à igreja de Santo André e, para fazer-lhe companhia, penetrou no templo. Ao cabo de alguns minutos, cansado de esperar pelo amigo que se dirigira à sacristia, o judeu correu à igreja com os olhos para ver se encontrava alguma obra de arte, mas, de repente, uma visão deslumbrante prendeu-lhe a atenção.
Uma Senhora de porte majestoso, adornada de roupas alvíssimas e com um manto azul sobre os ombros, mais luminosa do que o sol e olhando-o com inefável doçura, parecia ter os braços abertos inclinados para ele. Sem saber como, o ateu ajoelhou-se junto à balaustrada da capela. Procurou erguer os olhos, mas a Virgem da Medalha levantou duas vezes a sua mão e colocou-a sobre a cabeça de Afonso, obrigando-o a baixá-la. Neste ínterim, o barão de Bussières, apreensivo por ter feito seu companheiro esperar por muito tempo, procurou-o pela igreja e viu Ratisbonne de joelhos e imóvel. Impressionado, olhou-o de perto e percebeu que seu rosto estava pálido e banhado em lágrimas. O barão chamou-o e Afonso abraçou-o soluçando e pediu para falar com um sacerdote.
Após alguns dias de instrução religiosa, Afonso Ratisbonne foi batizado solenemente e, quando o padre perguntou-lhe o nome, respondeu humildemente: “Maria”.
Este fato ocorrido em 1842 não permaneceu isolado, pois devido à conversão de seu irmão Afonso o padre Teodoro Ratisbonne, que há muito tempo pertencia ao redil de Cristo, teve a idéia de fundar uma congregação religiosa destinada a trabalhar pela conversão do povo de Israel.
Unindo seus esforços nesta instituição missionária e movidos pelo mútuo e supremo ideal de salvar as almas, os dois irmãos ficaram imaginando qual nome que daria à sua ordem religiosa, fundada sob a inspiração de Maria Santíssima. Debalde procurava o padre Teodoro imaginar um novo título para a Rainha do Céu, quando certo dia, após celebrar a santa missa, ao abrir um livrinho para rezar a sua “ação de graças”, a primeira palavra que viu foi: SION (Sião). Esse nome essencialmente bíblico harmonizava-se tão bem com a obra iniciada pelos irmãos Ratisbonne, que logo foi adotado, criando-se assim para a nova congregação o título de Nossa Senhora de Sion, que é representada de pé com a vestimenta das mulheres de Israel, tendo sobre a cabeça uma coroa de quatro pontas. Segura com as mãos o Menino Jesus, que está sentado sobre elas, de costas para sua mãe.
A Congreação espalhou-se pelo mundo inteiro, tendo as religiosas chegado ao Brasil em 1889, onde instalaram uma casa no Rio de Janeiro e em Petrópolis.
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Porque amar Maria?
Assista este vídeo: “Se até meu inimigo devo amar com todo amor, porque não amar aquela que nos trouxe o Salvador – Jesus Cristo”.
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Nossa Senhora dos Impossíveis
O título de Nossa Senhora dos Impossíveis vem do fato de ter acontecido com Nossa Senhora três coisas humanamente impossíveis, a saber:
Maria concebida sem pecado original,
Maria Virgem e Mãe,
Maria Mãe de Deus.
Na Serra do Lima, paróquia de Patú – diocese de Mossoró – no Rio Grande do Norte, existe o santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, onde todos os anos ocorrem milhares de romeiros de toda parte do Brasil.
Muitas graças são alcançadas, tanto materiais como espirituais, por intercessão de Nossa Senhora dos Impossíveis e neste Santuário do Lima.
A imagem venerada, ainda hoje, foi trazida de Portugal.
O Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis do Lima, é pois, uma “Casa de Oração”, onde os romeiros devem se encontrar com Deus, pela confissão sacramental, pela assistência à Santa Missa e participação da Mesa Eucarística. Devem, outrossim, pagar suas promessas com fé e resignação, suplicando novas graças se tanto conceder o Pai eterno, por intersessão de Nossa Senhora dos Impossíveis.
Todos os anos celebram-se duas festas principais do santuário, com a presença de bispos de Mossoró, sacerdotes e milhares de romeiros. A primeira acontece no dia 1º de janeiro, onde os romeiros pedem para terem um ótimo ano, e, a outra é no dia 21 de novembro que é o dia Nossa Senhora dos Impossíveis.
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